quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Greetings young adventurers!

Olá!

Meu nome é Gabriel e sou o quarto e último colaborador dessa comitiva!
Bom, já começarei meu primeiro post mandando uma historinha bem mongol e/ou engraçada para vocês!

Estávamos, eu e alguns amigos, no Outback um dia desses nos deliciando com a tão afamada Blooming Onion. (Se você é uma pessoa muito triste e não conhece essa cebola você pode babar... quer dizer clicar aqui)
Não demorou muito e o óbvio aconteceu.

A droga do molhozinho acabou!

Após aquela discussão clássica do porquê os infelizes do Outback não colocam logo de primeira, quantidade suficiente de molho para que molhássemos (o que mais poderíamos fazer com o molho?) nossa cebola, um debate mais interessante e ainda mais inútil começou.

Qual seria a quantidade suficiente de molho para que molhássemos nossa cebola por inteiro?

A discussão começou após minha assertiva de que poderíamos molhar todos os pedaços da cebola com a quantidade de molho inicial, se mantivéssemos a relação molho/pedaço de cebola pequena o suficiente.
O que gerou bastante controvérsia, já que quanto menos molho por pedaço, menos cebola molharíamos!
Pára que uma cebola realmente fosse "molhada" por inteiro deveríamos molhar não somente todo seu corpo cebolóide (wtf?), mas inclusive os espaços interatômicos da cebola, e os espaços entre os quarks! E ainda pior! Como molharíamos os glúons da cebola?!

Bem, é certo que a discussão não levou a nada exceto algumas risadas de um grupo deveras seleto de pessoas (por que essa vida não é mais fácil?), mas o bom é que nos entreteu durante tempo o suficiente para que o outro molho chegasse!

Ok, fica por aqui meu primeiro post!

Farewell!




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