domingo, 1 de novembro de 2009

Moda eletrizante




A beleza, às vezes, exige sacrifícios. Tornar o mundo mais sustentável também. Agora, imagine os dois esforços reunidos num mesmo objeto: a roupa. É isso o que chama a atenção na coleção Captain Electric, cujas três peças – Stiff, Sticky e Itchy – armazenam a energia gerada pelos movimentos do corpo.

O recorrente dilema do mundo da moda entre beleza e conforto foi a inspiração para a criação. Por isso, a intenção dos modelos é apertar e remodelar o corpo, de modo que seja necessário fazer força para se movimentar e, consequentemente, gerar mais energia. Os criadores optaram por não disfarçar os geradores de eletricidade, mas integrá-los ao conjunto da obra, e garantem que ninguém vai levar um choque inesperado.

No caso da Captain Electric, a energia não tem lá uma utilidade muito significativa, apenas produz luzes sob o tecido e é capaz de ativar um MP3 player incorporado à própria peça. No máximo, uma galera animada que aderisse ao figurino poderia garantir a iluminação e o som da balada.

Mas está aí uma iniciativa que pode ser adaptada num futuro próximo. Já pensou se os geradores das roupas pudessem alimentar uma TV, um computador ou mesmo uma bicicleta elétrica?


Sticky



Stiff



Itchy



Você se submeteria a esse sacrifício em nome da moda ou do meio ambiente?

Fonte.

Quando li essa notícia, fiquei até animada com as possibilidades. Mas aí eu assisti aos vídeos. Convenhamos, esse não é o tipo de vídeo que dá credibilidade a alguma coisa.

De qualquer maneira, se no futuro cada pessoa conseguir recarregar seu próprio mp3 sem precisar de uma tomada, talvez tenhamos uma economia legal de energia. Mas antes de ficar andando por aí com essas roupas ridículas (sinto muito, elas são), é uma boa lembrar que já existem outras alternativas muito mais sensatas, como energia solar ou uma simples pedalada.





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