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quarta-feira, 1 de abril de 2009

Correlacionando

Olá pessoal! Sou o mais novo contribuinte do LeGauss e espero trazer coisas interessantes aqui também =) . Formado em Ciências da Computação, trabalho com Responsabilidade Social juntamente com Estatistica, então vou tentar trazer algo neste sentido por aqui.

Ok, nesse primeiro post gostaria de conversar sobre uma ferramenta muito interessante na estatística: a correlação.

Correlação

Correlação é literalmente o quanto duas variáveis X e Y têm em comum e variam linearmente entre si ou, em suma, o quanto seus resultados são parecidos. A imagem abaixo demonstra de uma maneira mais simples (em geral).


Então, pode-se definir correlação como:


Onde cov é covariância e

Dentre as formulas existentes para se calular a correlação, a mais usada é o Coeficiente de Pearson, deduzido das fórmulas de cima:



Sendo assim, é um número entre -1 e 1. Mas como interpretar esse número? A Correlação pode aferir sobre os mais diversos temas, de Exatas até Ciências Humanas. Na primeira, pelo resultado ser mais preciso é necessária uma correlação maior (em módulo, entre 1 e 0.7) dependendo do caso. Já no segundo, por ser algo mais intangível, sucetível a opiniões, correlações entre 0.7 e 0.4 podem já demonstrar uma relação forte. É importante citar que correlações negativas demonstram que as variáveis se comportam de ordem inversa (quando uma sobe a outra desce).

Uma propriedade da correlação e pode-se até brincar entre as fórmulas é testar transformações lineares nela. Ela não se altera se somarmos um k a todos os itens de uma variável ou mesmo se multiplicamos por um o máximo que ocorrerá é inverter o sinal da correlação se k for negativo.

Visualização

Em estudos sociais se tem um grande número de variáveis, e como é necessário estudar todas estas relações e assim nos deparamos com matrizes grandes e difíceis de explicar. Visualizações na área da correlação se tornam uma tar difícil a medida que queremos demonstrar mais variáveis e suas relações. Imaginando-se por exemplo uma pesquisa onde temos na ordem de 10 dimensões de abordagens e respostas, como fazer para mostrar o que é mais importante abordar, e que decisão tomar? Nesse caso, seria necessário enxergar quantas dimensões?

É como ver um poliedro onde cada vértice representa uma variável e estão todos ligados por molas (as correlações). Quando soltarmos os vértices, que forma teremos? Abaixo está o que mais pode-se concluir disso, onde cada esfera representa uma variável:



Cada vez mais perto do certo e maior a esfera, maior é a correlação daquela variável com as demais. A proximidade entre elas também é resultado das correlações mais importantes, isto porque não tem como demonstrar o "exatamente exato", pois estão todas as variáveis relacionadas. Esta imagem juntamente com as notas de cada variável, já nos permite por exemplo definir atuações que sejam mais efetivas ... e aí por diante.

Toda essa conversa sobre estatística e interpretação me lembrou de uma coisa, aliás (by xkcd):



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

O fantástico mundo da química diz Oi!

Oi! Não, eu não sou o fantástico mundo da química, mas eu faço parte dele, e pretendo fazer muito mais daqui para o fim da minha vida. Eu sou a Juliana, e me sinto honrada de passar a integrar a equipe LeGauss e dar espaço a meu lado geek. Irei falar principalmente de química, mas considerando a abrangência do tema, posso perder a noção e me espalhar um pouco.

Para o meu primeiro post, não irei falar sobre a química em si. ("mas ela
acabou de começar!") Mas sobre porque raios alguém falaria de química. Bom, se você é uma das pessoas que acham que a química morreu junto com Linus Pauling, em 1994, minha opinião é que você está benzenicamente[1] enganado. Só pra começar, provavelmente poucas pessoas já ouviram o nome Indra Nooyi, que é simplesmente o nome da presidente mundial da PepsiCo, empresa que faz bebidas e dona da FritoLay, que fabrica salgadinhos, entre eles o Doritos. Indra é indiana, nascida em 1955, e é uma química graduada[2], com mestrado em administração na Universidade Yale, nos Estados Unidos.

Pra quem não gosta de química, meu palpite é que o único contato que vocês tiveram com ela até agora tenha sido na escola. Eu reluto um pouco, mas tenho que concordar: daquele jeito, fica mesmo difícil gostar. Eu mesma, quando estava na escola odiava química orgânica. Pra falar a verdade, depois de 4 anos de faculdade eu continuo odiando. Minha proposta aqui não é ensinar a dar nome a compostos orgânicos, mostrar reações e produtos, ensinar estequiometria. Mas sim mostrar a enorme quantidade de coisas legais que a química explica[3]. Tomates que brilham, a química forense, as armas químicas, fenômenos físico-químicos e muitas, muitas outras coisas. Como a química está intimamente ligada à biologia e à física, posso eventualmente invadir um pouco essas áreas. Provavelmente vou me cuidar mais com a física, pois nesse blog já tem gente mais do que suficiente com conhecimentos nisso!

Até mais, povo!

Notas

[1] Essa palavra não existe!
[2]Que queria ser cantora de rock quando criança.
[3] Ou pelo menos pensa que explica.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Greetings young adventurers!

Olá!

Meu nome é Gabriel e sou o quarto e último colaborador dessa comitiva!
Bom, já começarei meu primeiro post mandando uma historinha bem mongol e/ou engraçada para vocês!

Estávamos, eu e alguns amigos, no Outback um dia desses nos deliciando com a tão afamada Blooming Onion. (Se você é uma pessoa muito triste e não conhece essa cebola você pode babar... quer dizer clicar aqui)
Não demorou muito e o óbvio aconteceu.

A droga do molhozinho acabou!

Após aquela discussão clássica do porquê os infelizes do Outback não colocam logo de primeira, quantidade suficiente de molho para que molhássemos (o que mais poderíamos fazer com o molho?) nossa cebola, um debate mais interessante e ainda mais inútil começou.

Qual seria a quantidade suficiente de molho para que molhássemos nossa cebola por inteiro?

A discussão começou após minha assertiva de que poderíamos molhar todos os pedaços da cebola com a quantidade de molho inicial, se mantivéssemos a relação molho/pedaço de cebola pequena o suficiente.
O que gerou bastante controvérsia, já que quanto menos molho por pedaço, menos cebola molharíamos!
Pára que uma cebola realmente fosse "molhada" por inteiro deveríamos molhar não somente todo seu corpo cebolóide (wtf?), mas inclusive os espaços interatômicos da cebola, e os espaços entre os quarks! E ainda pior! Como molharíamos os glúons da cebola?!

Bem, é certo que a discussão não levou a nada exceto algumas risadas de um grupo deveras seleto de pessoas (por que essa vida não é mais fácil?), mas o bom é que nos entreteu durante tempo o suficiente para que o outro molho chegasse!

Ok, fica por aqui meu primeiro post!

Farewell!

Faixas separadoras de seções usando CSS

Olá, caros colegas.
Meu nome é Thiago e estou postando pela primeira vez no LeGauss, um blog dedicado ao que vem na cabeça dos editores temas nerds ou geek. Decidi começar minha contribuição escrevendo sobre algo sobre o que estou muito interessado.

Mantenho um blog mais pessoal em que uso como separação do texto com minhas notas de rodapé umas faixas azuladas [1]. A idéia é simplesmente organizar os textos, e resolvi aplicar aqui esta brincadeira.


Trata-se de mais uma das fabulosas invenções das folhas de estilo em cascata (CSS), que são conjuntos de atribuições feitas em separado ao código html de uma página. Há diversos textos bem completos que ensinam como utilizar estas folhas de estilo, dentre os quais sugiro o tutorial dado pela w3school.

Para utilizar estas faixas, utilizo o seguinte código em minha CSS, baseada em um estilo Facebook:

.notas
{
background:#faf7e2 none repeat scroll 0%;
border-bottom:1px solid #d6d0cc;
border-top:1px solid #d6d0cc;
color:#677284;
line-height:1.5em; padding:0px 4px;
}

Isto significa que se inserirmos o código

< div class="notas"> Notas: < /div >

teremos como resultado algo similar à seção notas abaixo [2]. Esta sintaxe pode ser compreendida com um pouco de estudo do tutorial que sugeri, mas para rapidamente compreendermos: ao adicionar a atribuição .notas, estamos criando uma classe que, quando aplicada sobre algum texto, caracteriza este texto com suas definições.

Espero poder ter dado alguma idéia de como fazer isto. Se alguém tiver alguma dúvida, sinta-se à vontade para entrar em contato. Para testar seus conhecimentos em css, veja que nós também temos uma classe codigo, que está aplicada aos códigos acima descritos.



Notas:

  • [1] Podemos ver como exemplo aqui.
  • [2] Se você verificar

Post scriptum:

Agradeço profundamente aos outros editores pelo convite.

Post my_first_post = new Post();

Olá, meu nome é Rodrigo e também sou um dos colaboradores deste blog. Se o título deste post te deixou um pouco confuso, ele é uma operação em Java que cria um novo objeto e.... (ops, essa não é a hora e nem o lugar para isso, então... ).

É redundante dizer que gosto de programação. Mas, principalmente, gosto de ciências da computação como um todo, então, para quem acompanhar este blog, lerá muitos textos meus desta área - dicas de sistemas operacionais, engenharia de software, modelagem de problemas, programação e etc. Eu também mantenho um blog pessoal cujo princiapal tema é falar sobre coisa nenhuma - tudo bem, porque não tenho muitos leitores mesmo - e um outro blog na comunidade da usp, o stoa.

Também hei de escrever sobre muitos ícones da cultura nerd, como Jedis, jogos, zumbis, velociraptor e outras coisas mais do gênero[1].

Como ninguém disse ainda, eu vos digo agora: Eu declaro oficialmente aberto o blog LeGauss. Esperamos que este blog seja tanto útil quanto divertido e as vezes sem sentido!

Notas
  1. Pode variar com o nível e tipo de nerdez de cada indivíduo. Veja o link sobre nerds na wikipedia.

P.S. find Robert Langdon

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Hello World!

Olá, sou o Tiago (sem agá) e faço parte do time de 4 (ui!) colaboradores deste blog. A idéia de sua criação surgiu da necessidade de ter um lugar para escrever e compartilhar com outras pessoas sobre assuntos de nosso interesse.

Será um blog de tamanho 42. Isto é, aqui você encontrará posts sobre o universo a vida e tudo mais -se você não entendeu, clique aqui.- Em outras palavras, tratará de assuntos como matemática, computação, física, filosofia, história, filmes, etc. Na verdade, poderá conter tudo o que os autores bem entenderem.

Para que não me perguntem depois -apesar de eu duvidar muito de que isso um dia aconteça-, a função que aparece no topo é z=x*sin(y). E o cara legal é o Gauss, que serviu de inspiração para o nome, criado pelo Gabriel. Le Gauss, em francês, pode ser lido como O Gauss, em portugês. Então, não é difícil de notar que o nome deste nobilíssimo blog é um trocadilho infame com o nome de um famoso matemático.

Encerro a introdução por aqui. Aguarde que muitos posts e trocadilhos infames ainda virão. Até logo e obrigado pelos peixes -se você ainda não entendeu, clique aqui-.